Blogs e Colunas

  • Nos tempos do sorvete azul da Cremilk

    A década é de 1960 e sorvete, naquela época, era vendido em carrinhos, na rua, em frente às escolas e, principalmente nas esquinas na região central da cidade. Como sempre, o mais popular – e único na verdade – era o sorvete Kibon. No centro, os carrinhos estavam em... Leia Mais

  • Intervalo para promover teatro e a vinda de Walmor Chagas a Jundiaí

    Walmor Chagas, Cazarré, Ivete Bonfá, Guilherme Correa e Ana Rosa foram alguns nomes do teatro brasileiro que trouxe para Jundiaí em 1973. Jamais imaginei trazer peças de teatro para a cidade, mas as coisas aparecem na vida da gente de repente e tem que se aproveitar a ocasião. Foi... Leia Mais

  • Entrevistas com artistas valorizam Página de Variedades

    Quando voltei para o Jornal da Cidade, Plínio Vicente da Silva estava no comando do caderno de Esportes e ficara no meu lugar, como Redator-Secretário. A página de Variedades estava sendo feita uma vez cada repórter. Ninguém em definitivo, o que significava que recebi de volta este trabalho. Chegava... Leia Mais

  • A história de Marrom

    Conheci José Luiz Francisco no dia em que chegou ao Jornal da Cidade, no final de 1970. Levado pelas mãos de Ordival Seckler Machado, Zé Luiz, chamado assim já no dia que chegou, era do Anhangabaú, frequentava a igreja de Santo Antonio e pertencera a um grupo de jovens... Leia Mais

  • O Caderno de Esportes do Jornal da Cidade

    1970 não havia jornal circulando às segundas-feiras. O Estadão tinha um caderno de esportes que desapareceu para dar lugar ao Jornal da Tarde, o primeiro a circular neste dia da semana, mas que não circulava aos domingos. Para montar a equipe para os finais de semana o Jornal da... Leia Mais

  • Quando a bomba de Flit colocava a família fora de casa

    Final da década de 1950 e início da de 1960, quando a televisão ainda não aprisionava as pessoas dentro de casa e quando o verão fazia os pernilongos e mosquitos invadirem os lares, só tinha uma solução: a bomba de Flit, mas que dentro dela também se podia usar... Leia Mais

  • Ascensão e queda de Carlos Ramos

    Conheci Carlos Roberto Ramos no Colegial do Geva, quase no final da década de 1960. Fui reencontrá-lo em fevereiro de 1970 quando me convidou para ser revisor no Jornal da Cidade onde era repórter. Na metade deste ano ele assumiu a redação do jornal. Mas não ficou no cargo... Leia Mais

  • Minha estreia na reportagem e a manchete

    O trabalho de revisão estava tranquilo: chegava às 13 horas no jornal e quando o relógio marcava 18 horas, me levantava e ia embora, principalmente porque o serviço de linotipia encerrava neste horário e só retomava uma hora mais tarde com os funcionários que invadiam a madrugada. Como disse,... Leia Mais

  • Ramos assume a redação do JC

    A Copa do Mundo de 1970 tinha acabado no dia 21 de junho e, alguns dias antes, Solon – o redator-chefe – publicou na capa do jornal uma todo dos funcionários, comemorando uma das vitórias do Brasil. Foi minha primeira foto no jornal e acabei saindo na capa! Mas... Leia Mais

  • Erros e acertos da revisão

    Não tinha ainda completado uma semana na revisão do Jornal da Cidade e já imaginei abandonar o emprego. Uma frase dita em voz alta pelo dr. Gustavo, diretor do jornal, no meio da redação, me deixou vermelho e abalado: “a revisão está um lixo Nelsinho!” Como estava sentado e... Leia Mais

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