Funcionários dos Correios de Itupeva aderem à greve

Por em 30 de janeiro de 2014
Jornal de Itupeva

Funcionários dos Correios de Itupeva aderiram à Greve Nacional, que teve início na manhã de hoje, quinta-feira (30). A paralisação deve-se à contrariedade da privatização do convênio médico, categoria para em pelo menos 12 Estados a partir desta quinta-feira (30).

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Fábio Xavier, afirmou que greve afeta todos os funcionários da categoria, mas não soube informar o número de adesões.

Segundo o sindicato, a greve atinge pelo menos 83 cidades do estado de São Paulo, incluindo Itupeva, Jundiaí, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Sumaré, Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste, Piracicaba, Limeira, Bragança Paulista e Atibaia (SP).

Também estão paralisados os funcionários de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São José do Rio Preto, Piauí, Amazonas, Paraná, Ceará, Santa Catarina, Pernambuco, Paraíba, Vale do Paraíba e Roraima.

Os funcionários querem impedir que a Empresa dos Correios e Telégrafos (ECT) privatize o convênio médico da categoria, que segundo o sindicato, é o maior benefício dos trabalhadores. O número de cidades em greve deve aumentar ao longo dos próximos dias, visto que ainda serão realizadas outras assembleias.

Funcionários dos Correios da região de Campinas, incluindo Itupeva, aderiram ao movimento nacional de greve por tempo indeterminado após assembleia realizada na noite de quarta-feira (29). Entre as reivindicações, eles pedem a manutenção dos benefícios do plano de saúde e a possibilidade de entrega de correspondências pela manhã, já que o calor fica mais intenso no período da tarde.

Apesar do movimento, a agência de Itupeva continua aberta, porém, os serviços de entrega, principalmente Sedex, estão paralisados.

Segurança
A reincidência de casos de assaltos motivou duas interrupções de entregas em 73 áreas de Campinas, Sumaré (SP) e Jundiaí (SP), durante o fim de 2013 até a primeira quinzena de janeiro deste ano. A medida determinada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) estava atrelada à garantia de segurança dos funcionários. Após a implantação da escolta nos veículos dos Correios, no dia 14 de janeiro, o serviço foi retomado.