Balão gigante causa pane elétrica em Itupeva

Por em 22 de dezembro de 2014
O balão causou a paralisação de energia elétrica no bairro

Moradores do Parque dos Cafezais II, em Itupeva, levaram um grande susto com a queda de um balão gigante sobre a rede de energia elétrica da rua João Tosi.

Eram cerca de 8 horas da manhã quando o balão, movido a fogo e querosene, perdeu forças e caiu, oferecendo riscos de incêndio a uma residência.

Parte do balão ficou no interior de uma chácara e o restante pendurado na rede de energia elétrica, causando curto circuito que deixou moradores da região sem energia elétrica.

O GCM Seola, que desempenha suas funções no controle na sede da Guarda Civil de Itupeva recebeu a informação e para o local enviou três viaturas, ocupadas pelos guardas: Nonato, Claudenir, Nogueira e Gilberto, ambos sob o comando dos subinspetores Ribeiro e Spinace.

Ao chegarem ao local, os GCMs depararam com vários motociclistas, que tentavam resgatar o balão.

Ao notarem a chegada das viaturas, os motociclistas empreenderam fuga, porém, um deles acabou detido. J.C.O., 39 anos, morador da cidade de Cabreuva, foi detido quando dobrava o balão
.

Os cabos Elvis e Márcio Santos, bem como os soldados Fernando e Belasco, da Polícia Militar de Itupeva, apoiaram a ocorrência e juntos a demais viaturas da GCM realizaram rondas nas proximidades no intuito de deter os baloeiros que conseguiram fugir sem serem identificados.

De acordo com informações, apuradas no local pela equipe do Jornal de Itupeva, alguns dos baloeiros chegaram a invadir uma chácara e acuar um cachorro da propriedade, no intuito de resgatar o balão.

Câmeras de segurança de uma chácara vizinha podem ter registrado a ação dos baloeiros que deixando boa parte do bairro sem energia, até que a CPFL providenciasse a retirado dos destroços do balão junto da fiação elétrica, quando o serviço de fornecimento de energia foi restabelecido no bairro.

O homem detido foi conduzido à Delegacia de Itupeva, onde foi atuado em flagrante por crime ambiental, além de ter sua motocicleta apreendida devida estar com o lacre rompido. Ele pagou R$ 1.200 de fiança e foi liberado para responder o processo em liberdade.