Servente quebra viatura a pedrada e vai preso

Por em 26 de março de 2015
Retrovisor e quebra sol da viatura ficaram danificados

‘’Antes de quebrar a viatura, o acusado havia recebido um golpe de martelo, desferido por um primo que se defendia do jovem, quando este estava completamente agressivo e resolveu receber os PMs a base de pedradas’’

O servente Diogo G. A. foi parar atrás das grades, no final da noite da última terça-feira, dia 24, quando quebrou a viatura da Polícia Militar de Itupeva com uma pedrada.

De acordo com o boletim de ocorrência, o soldado Vilas Boas e o cabo Junior, ambos do 2º Pelotão de Polícia Militar de Itupeva, realizavam patrulhamento rotineiro pelas ruas do município quando foram acionados, via COPOM, para atender uma ocorrência de agressão pelo bairro do Calabró, em Itupeva.

Chegando ao local, os policiais encontraram com um jovem que aparentava estar muito nervoso e que, ao ver a viatura passou a atirar pedras no veículo oficial.

Os PMs tentaram afastar a viatura para evitar que fosse danificada, porém, uma das pedras acertando o carro e quebrou a ‘calha de chuva’ e retrovisor esquerdo.

Os policiais desembarcaram da viatura e enfrentaram o agressor, que fugiu para o interior de uma residência, tendo se armado com um ferro utilizado para roçar grama. Os policiais solicitaram apoio do sargento Konji, bem como ao cabo Godoi e aos soldados Everton e Ivan. O tenente Alcarde e sargento Borges, ambos de Jundiaí, também compareceram para dar apoio à ocorrência.

Bastante agressivo, o servente fugiu pelos fundos da casa e correu pela rua da Alegria, onde foi detido pelos PMs. Após ser algemado, Diogo recebeu a voz de prisão pelo crime de dano doloso, uma vez que a pedrada foi intencional. Os policias verificaram que o acusado apresentava ferimento na região do supercílio, causada por uma martela desferida por um dos primos, sendo conduzido ao Hospital Municipal de Itupeva para receber atendimento médico, sendo constatada também fratura no maxilar.

Um dos primos do acusado confessou que desferiu a martelada em Diogo no intuito de se defender das agressões do servente transtornado. Ele também disse que, dias atrás, Diogo havia se ‘metido’ em uma briga, quando teve o maxilar fraturado, e aguardava o agendamento de uma cirurgia para correção da fratura.

Diogo permaneceu no Pronto Socorro sob escolta policial, uma vez que havia recebido a voz de prisão após danificar a viatura. Na Delegacia, os policiais cientificaram o delegado, dr Osvaldo Roberto Cândido (escrivão Latorre) que após tomar ciência do ocorrido ratificou a voz de prisão, arbitrando fiança no valor de um salário mínimo, que não foi pago à autoridade, que determinou seu recolhimento, logo após receber a alta médica, ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista.